Oito passos para produzir vídeos que convertem

Cerca de 50% dos usuários tomam decisões após assistir a um vídeo. Saiba como chegar lá!

 

Pesquisas recentes com profissionais de Marketing apontam uma tendência cada vez mais clara: o consumidor quer ver e ser visto nas marcas. E a forma mais fácil de evidenciar isso é por vídeo, considerado o conteúdo com maior retorno de investimento por 52% dos especialistas digitais.

Você já deve ter percebido que vídeos têm sido bastante usados na comunicação. Hoje muitas produções, mesmo modestas, chamam atenção pela criatividade na narrativa e carisma dos apresentadores. Contar histórias é uma das formas mais eficazes de criar engajamento e diversas marcas têm conseguido demonstrar seus valores através do video storytelling.

Um estudo da Forrester Research identificou que 46% dos usuários tomam algum tipo de ação decisiva após assistir a um vídeo. Além disso, páginas de produtos com vídeos são capazes de aumentar em até 85% a intenção de compra.

Uma das estratégias de Marketing de Conteúdo mais promissoras do ano se tornou também prioridade para o Google. Uma página com vídeo tem 53% mais chances de aparecer entre os primeiros resultados de busca e a taxa de cliques é 41% maior. O mesmo se reflete no envio de e-mail marketing: a palavra “video” no assunto pode aumentar a taxa de abertura em 19%.

Porém, um erro muito comum ao começar a estratégia de video content é a chamada métrica de visualizações. Isto é, o foco acaba sendo o número de views recebidas pelo vídeo e a estratégia se perde do objetivo real, que é gerar negócio por meio dessas visualizações.

Por exemplo, 50% de todo o tráfego móvel vêm de vídeos online. É fundamental que o conteúdo seja capaz de influenciar a tomada de decisão nos micro-momentos de interação do usuário com a marca através dos dispositivos móveis. Sem falar que 92% dos usuários mobile compartilham vídeos com seus contatos.

Apesar de ser natural que no início o foco seja o crescimento do canal, é importante que o vídeo leve as pessoas para onde a venda irá efetivamente acontecer. Por exemplo, disponibilizar um material rico em um site ou landing page relacionada ao tema pode ser uma boa isca para captar leads e realizar uma abordagem mais direcionada.

Hoje a urgência não é mais o principal gatilho para a compra. As pessoas estão comprando menos por impulso e mais pela utilidade. E é aí que entra a arte da conquista: conhecer bem a audiência e saber entregar o que ela quer.

Vídeos que convertem em oito etapas

Antes de iniciar uma estratégia de video content, você deve se fazer três perguntas:

  • Qual o objetivo dos vídeos?
  • Quem vai assistir aos vídeos?
  • O que o espectador deve fazer após assisti-los?

Vídeos capazes de converter têm bem definidos seu início, meio e fim. É fundamental que o usuário, naturalmente, seja conduzido a realizar uma ação quando a transmissão termina. E para que essa mecânica funcione da melhor forma possível, algumas etapas não podem ficar de fora do seu plano de distribuição de vídeos. São elas:

  1. Defina o público-alvo: para quem importa assistir aos seus vídeos?
  2. Escolha um nicho: quanto mais direcionado o conteúdo, mais fácil a sensibilização.
  3. Defina a linguagem: qual a melhor forma de se expressar para engajar o público-alvo?
  4. Escolha o conteúdo: tenha bem claro o que a sua audiência quer/precisa aprender.
  5. Defina um posicionamento: como a sua marca quer ser vista?
  6. Crie um canal: escolha a plataforma que melhor atenda a sua estratégia.
  7. Crie um piloto: considere a sequência de vídeos e teste resultados da primeira produção.
  8. Pulverize o vídeo: trabalhe pílulas de conteúdo que conduzam o usuário para a conversão.

O ideal é que a estrutura do vídeo para a internet seja composta de: abertura, vinheta, apresentação, conteúdo, conclusão, chamada para ação e conteúdo especializado. Se preocupe sempre em entregar informação e não propaganda.

Lembre-se também que a web tem uma linguagem própria já conhecida pelos usuários. Tentar deixar os vídeos com cara de TV pode afastar os espectadores digitais. Além disso, para ranquear bem é preciso ter um vídeo otimizado. Uma dica é escolher palavras-chave relacionadas antes de começar o roteiro e também trabalhá-las na descrição do vídeo.

O idealizador do Canal Play de Prata, Camilo Coutinho, costuma dizer que um vídeo deve ser tão bom quanto comer pastel de feira – a experiência gerada pelo momento é o que faz a diferença. Por isso, lembre-se de ser consistente e nunca perder de vista o objetivo final da sua estratégia.
A previsão é que em 2019 o tráfego online dedicado ao consumo de vídeo chegue a 80%. Que tal embarcar nessa oportunidade? Conte conosco para aliar a estratégia de vídeo ao planejamento de Inbound Marketing da sua marca. Vamos conversar!

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